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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Desde quando o ano novo é novo???????????????




Pois é, o Ano Novo é bem novo. Ele é comemorado do jeito que a gente conhece faz só cerca de 500 anos. E foi por causa do Papa Gregório XIII, que decidiu que o 1º de janeiro ia ser o primeiro dia do ano. Antes cada país comemorava na data que quisesse, sendo que era comum fazer isso na chegada da primavera.

Quando a mudança foi decretada, alguns franceses fizeram chacota dos conservadores que não concordaram, enviando convites para festas que não iam acontecer. Por sinal, foi assim que nasceu o Dia da Mentira, que é um “Ano Novo falso”.

pinoquio

A primeira comemoração que a gente conhece foi na Mesopotâmia há mais ou menos 4 mil anos. A festa começava na primeira lua nova da primavera, no dia 19 de março, quando também é comemorado o ano novo esotérico até hoje.

Ainda hoje, nem todas as culturas do mundo comemoram o Ano Novo na mesma data, mas como todo ser humano é chegado em uma festa, a comemoração é geral.

No Japão, a comemoração começa junto com a nossa, mas vai até o terceiro dia do ano. E a China fica um mês na gandaia: de 15 de janeiro a 15 de fevereiro. Lá todo mundo limpa a casa e faz muita comida. Eles têm até um bolinho especial para o Ano Novo, o Yau Gwok, que é um símbolo de prosperidade.

O Rosh Hashaná dos judeus, ou festa das trombetas, ocorre em setembro. E é hora de pagar as dívidas e devolver tudo que emprestou durante o ano (essa a gente podia adotar por aqui, hein?).

Já para outros povos, a data tem um sentido religioso. Os islâmicos comemoraram o Ano Novo em maio, que é aniversário da Hégira (emigração). E os muçulmanos, no dia 6 de junho, que foi quando o mensageiro Mohammad fez a sua peregrinação de despedida.

Em contrapartida, a Itália vê a data como a mais pagã das festas (assim como aqui é o Carnaval). Lá as pessoas esperam a meia-noite acordadas, porque quem passa a virada dormindo vai dormir o ano inteiro. E em Portugal, a galera vai pra janela de casa bater panelas.

Diferenças à parte, no mundo inteiro o Ano Novo vem acompanhado de fogos de artifício, gritos, apitos, buzinas e muito alegria. Essa tradição é antiga e espanta os maus espíritos.

ano novo

Bom, a gente nunca vai saber se todas as superstições que a gente conhece pro Ano Novo, tipo comer não sei quantas uvas e usar tal cor dão certo. Mas todas elas levam a gente a pensar positivo e esperar um Ano Novo cheio de coisas boas, como sorte, prosperidade, cerveja e mulher.
QUE TODOS MEUS AMIGOS TENHAM UM FELIZ E PROSPERO ANO NOVO DE MUITA PAZ E SAUDE.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A DERROTA NÃO É AMARGA SE VOCÊ NÃO A ENGOLIR‏.

Um bom texto sobre perseverança, sobre ultrapassar nossas derrotas nossos limites e ir adiante em nossa vida. Acredito que não desistindo o triunfo virá realmente.


A DERROTA NÃO É AMARGA SE VOCÊ NÃO A ENGOLIR





Todos nós já tivemos fracassos em alguma época da vida. De fato, quanto mais enfrentamos os riscos de uma nova experiência, de um novo conceito, maior é a probabilidade de fracassarmos, ao menos em curto prazo. Não é fácil ser bem sucedido quando experimentamos, pela primeira vez, algo novo e ambicioso e, se tivermos medo de fracassar, teremos medo de correr riscos. Se nunca arriscarmos algo novo, ficaremos estagnados. O crescimento requer uma disponibilidade de correr o risco do fracasso e da derrota. Se, quando bebês, tivéssemos medo de falhar, poucos de nós teriam aprendido a andar e a falar! Para aprender a andar tivemos que cair algumas vezes, arranhar os joelhos e machucar o rosto. Para ter sucesso — para nos tornarmos vitoriosos — devemos correr o risco do fracasso. Mas a lição importante é esta: o fracasso não é derrota, a não ser que você o permita.



A lição importante é esta: o fracasso não é derrota, a não ser que você o permita.
No processo de invenção da lâmpada elétrica, Thomas Edison tentou e falhou muitas vezes! Conta-se que alguém perguntou a Edison se ele, desanimado por todos os seus fracassos, não pensou em desistir. E ele respondeu: “Aqueles foram passos do caminho. Em cada tentativa, eu encontrava um modo de não criar a lâmpada elétrica. Eu estava sempre disposto a aprender, mesmo através dos meus erros”.



Em outras palavras, apesar de Edison nem sempre ter sido bem sucedido, ele nunca engoliu a derrota. Edison provou o fracasso muitas vezes, mas não o engoliu.



Engolir um fracasso é acreditar que, por ter fracassado, você é um fracasso. Há uma diferença crucial entre dizer “fracassei” e “sou um fracasso”. Quando um projeto não sai conforme o esperado, podemos dizer “falhei na minha tentativa”. Podemos até dizer, “eu poderia ter feito melhor do que fiz”. Mas, engolir uma derrota quer dizer “falhei, portanto sou um fracasso” ou “como não fiz direito, não sou capaz de fazer.” Engolir uma derrota é acreditar que somos os nossos acertos ou nossos fracassos.




Se engolirmos uma derrota, a partir daquele momento, a nossa habilidade para funcionar efetivamente fica comprometida. Todos os grandes líderes, todos os grandes atletas, todos os grandes exploradores, pensadores, inventores, empresários, cometeram erros, experimentaram fracassos. Entretanto, eles se tornaram grandes porque não se culparam pelas suas falhas, ao contrário, usaram os seus erros como lições para melhorar o seu desempenho.



Sabiam que o fracasso era apenas momentâneo e que não significava, necessariamente, uma derrota. Recusaram-se a engolir a amargura do fracasso e se empenharam na luta pela doçura do sucesso.



Grandes realizações são, freqüentemente, tentadas, mas raramente alcançadas. O que é interessante (e estimulante) é que os que alcançaram tais objetivos são normalmente aqueles que falharam muitas vezes antes.




Fracassos, como você vê, são só testes temporários que nos preparam para triunfos permanentes.



Aonde quer que você estiver hoje, escute-me! Ficar sentado aí, lambendo suas feridas, somente deixará um gosto amargo em sua boca. Suspiros, lágrimas e pensamentos de desistência são compreensíveis para o momento, mas indesculpáveis para o futuro.



Levante-se e siga adiante! E se você estiver procurando uma garantia absoluta contra fracassos, eu lamento, não vai encontrá-la.

Daniel C. Luz





“O fracasso é a oportunidade de começar de novo com mais inteligência e redobrada vontade.”

(Henry Ford)
UM FELIZ NATAL A TODOS OS MEUS AMIGOS E SEGUIDORES, TENHAM MUITA PAZ SAUDE JUNTAMENTE COM SUAS FAMILIAS

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

FIM DE ANO.......................FALANDO DE MIM.


QUERO POSTAR.........MAS SEM UM PINGO DE CRIATIVIDADE, ACHO QUE ELA SE PERDEU NO TEMPO, NO ESPAÇO, FICOU LA NO MEIO DA ESTRADA.
COMO ESTOU CANSADA, MUITAS COISAS ACONTECERAM, BOAS , RUINS, AS RUINS FUI LEVANDO COM A BARRIGA, AS BOAS DIGERI COM MUITO CUIDADO PARA QUE CONTINUASSEM A SER BOAS,E QDO ACONTECIAM FAZIA FESTA.
MAS SEMPRE TEM ALGUEM OU ALGUMA COISA QUE NAO SEI PQ DA UMA RASTEIRA QUE FICAMOS TAO ATORDOADAS QUE SE DEMORA A LEVANTAR.


MAS DIGA SE DE PASSAGEM NUNCA DEIXEI QUE PERCEBESSEM, NINGUEM VAI ME VER NO CHAO, SOU FORTE O BASTANTE PARA AGUENTAR TRAIÇOES , MENTIRAS,SOLAVANÇOS E ATE AS RASTEIRAS QUE ME PASSAM.
COM ISSO APRENDO, MAS TB SOU CABEÇA DURA, MUITAS VEZES NAO COLOCO EM PRATICA O QUE

A VIDA E VC ME ENSINA . NAO PENSEM VCS QUE NAO PROCURO ME RECICLAR SIM A GENTE SE RECICLA EM TUDO, PROCURO LER SABE, O MAXIMO POSSIVEL, DEVORO AS LETRAS PALAVRAS QDO ACHO ALGO INTERESSANTE QUE EU POSSA USAR COM MEUS ESCRAVOS, E OS USO MUITO, TUDO COM CUIDADO PARA QUE NAO SE MACHUQUEM, E TUDO É ACORDADO, QDO NAOO É NAO ULTRAPASSO OS LIMITES DELES.
ME TORNEI DOMME TAO RAPIDO NA PRATICA QUE QDO PERCEBI A REALIDADE E COMO AS COISAS ESTAVAM INDO DEPRESSA DEMAIS, ME ASSUSTEI.
PRECISEI MUITO DE AJUDA E ESSA ME FALTOU, NAO QUE EU NAO TENHA ALMA DE DOMME, SEMPRE TIVE, MAS NUNCA IMAGINEI CHEGAR ONDE CHEGUEI.


GENTE DE VERDADE O QUE NAIS DESEJARIA ERA A AJUDA E O APOIO, E ISSO ME FALTOU, NAO QUE SE EU NAO PEDISSE NAO TERIA, MAS ACHO TB QUE POR IMPRUDENCIA MINHA, ACHEI QUE SABERIA ME CONDUZIR, E TUDO QUE FIZ MUITA COISA DEU ERRADA COM ISSO APRENDI MUITO, SO NAO CONSEGUI CONSERTAR ALGUNS ERROS, QUE ME PERSEGUEM ATE HJ.MAS OUTROS NOSSA TIREI DE LETRA, ME CONSIDERO UMA BOA DOMME, NAO COMO EU GOSTARIA DE SER REALMENTE.CONDUZO MINHAS SESSOES MUITO BEM, E ACHO QUE POR ISSO AINDA TENHO MEU ESCRAVO RAFFA ATE HJ, E AGORA MINHA CADELINHA A MORENA.
ENQUANTO ESCREVIA ESSE POSTE ESTAVA TC COM MINHA CADELINHA........UM PEDAÇINHO DA CONVERSA.
http:/... diz (11:22):
*NAO SEI SE VOU FAZER BESTEIRA
*MAS VOU POSTAR ESSE TEXTO QUE TO FAZENDO
      Mih - (L) DN (L) -      diz (11:22):
*q tipo de besteira?
http://... diz (11:22):
*MUITOS VAO METER O PAU EM MIM
      Mih - (L) DN (L) -      diz (11:22):
*pq
http:/ diz (11:22):
*QUERO QUE TODOS SE FODAM


http://s... diz (11:23):
*PRECISO DESABAFAR
*PRECISO POSTAR
*A MUITO TEMPO QUERO
      Mih - (L) DN (L) -      diz (11:23):
*oq tem demais nesse texto?
http://... diz (11:23):
*ESTOU ME MOSTRANDO QUE MESMO COMO DOMME SOU FRACA ERRO MUITO
http:... diz (11:24):
*FICO TRISTE E ME ABALO SIM COM COISAS QUE ME ACONTECEM
      Mih - (L) DN (L) -      diz (11:24):
*pensei q ia postar no baunilha
http:/... diz (11:24):
*NAO SOU SO UMA SINPLES BAUNILHA A DOMME NASCEU DENTRO DA BAUNILHA E TEM SENTIMENTOS TB
*NAO
      Mih - (L) DN (L) -      diz (11:25):
*só por que eh Domme, nao significa que nao tem sentimentos
*antes de tudo a sra é uma pessoa
*um ser humano
*nao vejo nada demais em postar o texto
      Mih - (L) DN (L) -      diz (11:26):
*sae tivesse feliz sorridente forte e "perfeita" o tempo tofo
*todo*
*eu ja teria fugido
*pois pensaria q eh um robo
      Mih - (L) DN (L) -      diz (11:30):
*e pare de se preocupar com "muitos"
*como a sra vive dizendo... precisa se preocupar com 2
*e esses 2 te amam te aceitam te querem e te desejam como é
*e n como os outros qrem q a sra seja
http:/... diz (11:32):
*OBRIGADA CADELINHA

DEPOIS CONTINUO...........................

terça-feira, 30 de novembro de 2010

DECEPÇAO.............................

DECEPÇAO


A Decepção…




Já não basta as decepções, as intrigas[Image]
Meu coração não ha espaço para magoas!
Uma vez eu li uma frase,
Que retratou muito uns 2 ou mais eventos no
fim do ano passado:
DECEPÇAO NAO MATA, MAS ENSINA A VIVER!!
Aliás, a minha vida toda foi assim...
E ate hoje se repete
.
Mas Creio que isso vai passar...
Maior é o que está em mim...
Do que aquele que quer me destruir...
Aprendir a me amar
E assim estou seguindo...
Sem um pedaço, claro...
Mas na vida nao podemos ter tudo
O que é necessario é ser Feliz
Com o que poder ter!

Cuidado, a decepção pode transformar
As mais Doces pessoas
Em pessoas Frias... amargas
E rancorosas.

     DECEPÇAO NAO MATA, MAS ENSINA A VIVER!! 

a unica pessoa que pode t ferir ou te decepcionar é voce mesmo,pois o que as pessoa nos fazem é perdoavel, mas o que fazes a te mesmo é dificil,entao nao se macchuque jamais

Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=59212#ixzz16m2keUN6
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

OUTRA SOBRE DECEPÇAO


Porque nos decepcionamos com uma pessoa, com um acontecimento, com uma situação, com a vida?
A decepção é um sentimento tão frustante, talvez seja das sensações que mais me entristece, me deita abaixo, me impede de continuar, me bloqeia.
Será que criamos expectativas altas demais? Ou será que as expectativas eram normais, próprias e adequadas, mas a decepção teimosamente nos bate à porta?
Será um problema de ansiedade, de querermos que tanto se realize, que tanto aconteça?
Será que somos exigentes demais, e exigimos dos outros, coisas que nem nós próprios sabemos fazer?
Será que uns são mais atreitos a decepções que outros?
Será que uns, nem percebem a decepção não lhe dando a importância que outros lhe dão?
Será que as decepções só acontecem aos emotivos? Aos frágeis? Aos corajosos? Aos exagerados? Aos idiotas? 
E acordar depois de uma decepção?
Acordar para a Vida, acordar para o Dia, pôr os pés fora da cama, levantar o corpo, calçar qualquer coisa para começar a pisar o chão, a terra, olharmo-nos no espelho, olhar uns olhos decepcionados,….
E depois, muitas vezes voltar ao mesmo sítio, ao mesmo local, ver a mesma pessoa, ter de falar com essa pessoa, voltar e reencontar o mesmo ambiente, o mesmo cenário….. 
Reagir…. Como se faz para Re Agir? Reagir é voltar a agir! Para voltar a agir, é preciso ter vontade de agir. E o mundo que nos rodeia, exigente, que não tolera a insatisfação, não tolera tristezas, que como uma criança mimada, quer-nos Lindos, Contentes, Sorrizinhos, Arranjados, Elegantes, Perfeitos, e todos nos pedem, “Vá reage, faz qualquer coisa, tens de melhorar! Lá estás tu com o teu péssimismo!…”. E para culminar, lá dizem a frase: “Não percebo, porque ficas assim, não é caso para isso!”.  E nós, envolvidos num manto negro de tristeza, de amargos na boca, de nós no estomâgo, de dedos das mãos frios, de joelhos ligeiramente a quebrar, ficamos perplexos a olhar para aquela gente que nos diz “Que não é nada!”. Não é nada???! Mas não percebem, que para nós É TUDO!Que houve uma derrocada de terras, por cima da nossa boca, que houve uma inundação de líquidos salgados, que nos deixou molhados de suores frios, que o nosso coração saltou, mexeu-se, como se de um sismo se tratasse e nos deixou com taquicárdia, que houve um corte a meio dos nossos pulmões, e os pôs a trabalhar em limites mínimos, que sentimos o sangue a parar nas veias e que fomos invadidos por um vento frio e quente, que levantou todas as areias no ar que  nos sufocam e nos cegam? Pois, não vêem isto?Faltam as lágrimas? Ah, as lágrimas, as piegas lágrimas, que comovem os outros….. Mas olhem, os decepcionados não choram por fora, choram por dentro! Choram, choram, choram, até ficar secos, como um solo africano, seco, ressequido, morto…. 


Deixem-nos enterrar uma decepção, como se de um corpo morto se tratasse, deixem-nos enviuvar, chorar aquilo que nunca acontecerá, que nunca iremos possuir, deixem-nos cair no chão (não nos levantem, por favor!), de pernas e braços abertos deixem-nos gritar, gritar muito para que saiam os espíritos malígnos que nos envenenam, deixem-nos enlouquecer, perder o juízo, falar sózinhos, deixem-nos sair para a rua de robe e chinelos como um velho senil, deixem-nos estar sós, desgrenhados e sem comer, deixem-nos fugir (não vão à nossa procura, por favor!) e se quisermos deixem-nos morrer.
.……………………………………… 
MAS HAVEMOS DE SOBREVIVER! 

(Decepção II em: http://outofworld.wordpress.com/)

sábado, 27 de novembro de 2010

DESAFIO


Recebi da minha amiga SELENA o desafio de responder a algumas perguntinhas a meu respeito. Ai amiga ainda estou devendo o outro que nem fiz mas farei , por hora vou responder esse.

1) 7 coisas que pretendo fazer antes de morrer



 Conhecer meu neto
Voltar a falar com meu filho
Ter minha casa própria
Andar de avião (nao tenho medo, nunca tive oportinudade)
 Arrancar essa dor que me tortura todos os dias
Trazer a MORENA para morar comigo e RAFFA.
Ser todos os dias feliz sem dor .

2) 7 coisas que mais digo:
Eu te amo
affffffffffffffffffffffffff
Saudades
Desculpa
Me liga
Vem pra ca
Que inferno

3) 7 coisas que faço bem

Cozinhar
Mandar
Beijar
Gastar
Cumprir horários
Dar carinho
Imobilizar
Usar meus escravos( tive um exelente mestre como professor.)
4) 7 Defeitos meus

Ansiosa
Controladora
Ciumenta
Impulsiva
Desconfiada ao extremo
Teimosa
Geniosa

5) 7 qualidades

 
Ser amiga
 Odeio mentiras, e por isso me ferro
 Companheira
Calma, ate qdo vc merece.
Nao desisto facil do que quero. 
Sou boa ouvinte ,mas se vc nao me olhar nos olhos, ou tentar me enrolar saberei.
Quando digo que estou com vc e nao quero mais ninguem acredite nisso,e aproveite o que te ofereço.

6) 7 Coisas que mais amo



Primeiro eu me amo muito, pois se eu nao me amar , ninguem vai.
Minha família
Meus escravos M...... e R ................
Meu filho
Meu netos
Meus amigos.
E fazer quem estiver do meu lado feliz.


agora desafio vc MORENA, MINHA DOCE CADELINHA.
ELIZ DK , MINHA ETERNA IRMA.
E RAFFA MEU ESCRAVO.

Falsidade, Mentira e Amizade... Algo em comum??


Ultimamente tenho pensado em algumas palavras que parece que mudaram de significado, pelo menos para algumas pessoas.

Decidi então procurar num dicionário o significado das mesmas, para comprovar se entretanto teriam havido alterações.



Falsidade: qualidade do que é falso; mentira; invenção maldosa; embuste, hipocrisia; fraude.

Mentira: ilusão (entre outras palavras).

Amizade: companheirismo; cumplicidade; dedicação; pessoa amiga.



Afinal não estava enganada. O significado destas palavras continua o mesmo que eu sempre conheci.



Então como é que é possível existirem pessoas que trocam tudo? Será que são tão pouco inteligentes que não saibam o seu significado ou serão "fazedoras" de novos significados??



Numa experiência recente, percebi que me enganei, durante muito tempo, numa relação de AMIZADE.

A fertilidade da mente das pessoas permitem-lhes criar uma ilusão, cheia de mentira ao ponto de haver ruptura total, com a agravante de que a certeza de tudo o que se passava no seu mundo de ilusão e mentira é que sempre foi a mais pura das verdades. Como é normal, a verdadeira verdade, desculpem a redundância, veio ao de cima e agora, para obter frutos que não conseguiu alcançar e colher, há que tentar uma aproximação vã.



A amizade para mim significa isso mesmo, pessoa amiga com quem se cria cumplicidade, através de companheirismo e dedicação. Não se pode ter uma amizade onde a mentira, hipocrisia e ilusão existam e sejam a supremacia da relação.

Não se pode ter uma relação de amizade, ou de outro tipo, quando as pessoas não são sinceras umas com as outras, ao ponto de criar outras identidades, e falando no universo bloggista, criando outros blogg's, para se poder dar um parecer.

Gostaria de poder dizer a mim própria: "Amiga tu é que estás enganada e o que acabaste de escrever é fruto da tua imaginação!".



A amizade, para além de rara, deve ser espontânea e aberta, sincera e sem manipulações.
.. a ilusão faz parte do imaginário de qualquer pessoa. necessitamos dela por vezes para nos refugiarmos deste mundo que se apresenta de uma forma menos «feliz». os dias têm destas coisas: cada dia que passa, a cada dia que envelhecemos e caminhamos para o incerto, o percurso torna-se mais penoso... melhor, por ser o nosso, um percurso consciente tomado com um parecer autómano, mas pouco ingénuo... mal tratado. Mas isto são apenas vicissitudes da vida.

..........................Como seres cognitivos, que apreendemos tudo o que se sucede neste desenrolar de dias, definimos um percurso. decidimos o «modo» como lidamos com estas particularidades. acredito, sinceramente, que em momentos em que a nossa mente nos pregue uma partida existam prioridades trocadas, contudo, acredito também que os valores de «berço» nos acompanham para além da demência. acredito que por vezes a demência, ou um outro estado qualquer que não me interessa defenir, um estado para além do dito normal, possa alterar bastantes coisas... mas valores como a amizade, a honestidade, a sinceridade... esses quando interiorizados não mudam...

o pior desta troca de prioridades é que por vezes se tornam insuperáveis de desculpar... por mais ilusionista que esse mundo seja, na realidade externa... aquela que é vivida pela maioria não consegue esquecer a perca desses valores... é a consequência dos nossos actos. nunca nos podemos esquecer que tudo o que fazemos tem consequências bem como prioridades e depois de definidas... é pena! mas as atitudes ficam, a lembrança até se pode desvanecer... mas numa amizade há coisas difíceis de perdoar...


Meus caros amigos, os que realmente são e os que eu considero como tal, não vos quero perder, pois são raros e preciosos.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

SUBMISSAO X CONVENIENCIA: UMA PERIGOSA RIVALIDADE

Submissão é acatamento, subordinação. É espontânea aceitação de uma autoridade,
ordem ou situação. É o ato pelo qual se admite uma jurisdição, poder ou pessoa que, de
acordo com o direito, exerça o poder. É a disposição para aceitar um estado de
dependência. É um estado de rebaixamento servil, subserviência. Uma submissão
genuína é constituída de uma disposição de coração em se deixar sob a autoridade de
outro.
Antes de assumir a posição de submisso, é fundamental perguntar a si mesmo a real razão desse desejo.
Seu prazer e satisfação encontram-se no servir ou a busca de um Dominador se relaciona a alguma carência emocional/sexual?
Submissão implica em servir incondicionalmente ao Dominador, entregando-se de forma plena e confiante ao seu domínio, e permitindo a desconstrução de posicionamentos e conceitos, para que o escravo seja moldado de acordo com os desejos do Dono.
Pois é na capacidade de entrega que descobrimos quem somos.
Ser submisso nao é chegar com o texto pronto, e so pedir, pedir ,pedir, ser submisso é esperar que teu DONO(A)  ,QUEIRA OU NAO TE USAR, DA FORMA QUE ASSIM O DESEJAR.
GENTE A PIOR COISA QUE EXISTE É SUB PIDAO, CARACA ACABA O TESAO NA HORA.
Ser sub é se deixar dominar ter prazer em servir.


E por isso tudo tem que ser conversado, acertado antes,da mesma forma que existem os subs por conveniencia existem DONOS tb.
Aqueles que pegam um chicote dao umas lambadas, pq nao podemos nem chamar de SPANKING, e se acham DONS OU DOMMES.E querem sexo facil.
Nao posso deixar de falar tb sobre,SSC.
S=SAO
S=SEGURO
C=CONCENSUAL.
BOA SORTE A TODOS.



domingo, 31 de outubro de 2010

HISTORIA DO HALLOWEEN



A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma corrupção contraída do dia 1 de novembro, "Todo o Dia de Buracos" (ou "Todo o Dia de Santos"), é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo céltico.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).
O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis.
Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en.
Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.



Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).
Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.
O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passa ser conhecido como o Dia das Bruxas.




Travessuras ou Gostosuras?(Trick-or-treat)
A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas, os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.
Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.




Abóboras e velas: Jack O'Lantern (Jack da Lanterna)
A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma.

Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.

No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.

Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.




Sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). Quem presta atenção vê uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. É Jack, procurando um lugar.

Enganara Satã ao subir uma árvore. Jack então esculpiu uma imagem de uma cruz no tronco da árvore, prendendo o diabo para cima a árvore. Jack fez um acordo com o diabo, se ele nunca mais o tentasse novamente, ele o deixaria árvore abaixo.

De acordo com o conto de povo, depois de Jack morrer, ele a entrada dele foi negada no Céu, por causa de seus modos de malvado, mas ele teve acesso também negado ao Inferno, porque ele enganou o diabo. Ao invés, o diabo deu a ele uma brasa única para iluminar sua passagem para a escuridão frígida. A brasa era colocada dentro de um nabo para manter por mais tempo.

Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então o Jack O'Lantern (Jack da Lanterna), na América, era em uma abóbora, iluminada com uma brasa.








Bruxas

As bruxas têm papel importantíssimo no Halloween. Não é à toa que ela é conhecida como "Dia das Bruxas" em português. Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.

Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween. Então, à meia-noite, você veria uma bruxa!

A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores. Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos.

O gato preto é constantemente associado às bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os espíritos dos mortos. Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos. Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa.



Halloween pelo mundo

A festa de Halloween, na verdade, equivale ao Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados, como foi absorvido pela Igreja Católica para apagar os vínculos pagãos, origem da festa. Os países de origem hispânica comemoram o Dia dos Mortos e não o Halloween. No Oriente, a tradição é ligada às crenças populares de cada país.
Espanha
Como no Brasil, comemora-se o Dia de Todos os Santos em 1º de novembro e Finados no dia seguinte. As pessoas usam as datas para relembrar os mortos, decorando túmulos e lápides de pessoas que já faleceram.
Irlanda
A Irlanda é considerada como o país de origem do Halloween. Nas áreas rurais, as pessoas acedem fogueiras, como os celtas faziam nas origens da festa e as crianças passeiam pelas ruas dizendo o famoso “tricks or treats” (doces ou travessuras).
México
No dia 1º comemora-se o Dia dos Anjinhos, ou Dia dos Santos Inocentes, quando as crianças mortas antes do batismo são relembradas.

O Dia dos Mortos (El Dia de los Muertos), 2 de novembro, é bastante comemorado no México. As pessoas oferecem aos mortos aquilo que eles mais gostavam: pratos, bebidas, flores. Na véspera de Finados, família e amigos enfeitam os túmulos dos cemitérios e as pessoas comem, bebem e conversam, esperando a chegada dos mortos na madrugada.
Uma tradição bem popular são as caveiras doces, feitas com chocolate, marzipã e açúcar.
Tailândia
Nesse país, existe o festival Phi Ta Khon, comemorado com música e desfiles de máscaras acompanhados pela imagem de Buda. Segundo a lenda, fantasmas e espíritos andam entre os homens. A festividade acontece no primeiro dia das festas budistas.
Alguns significados simbólicos

a abóbora: simboliza a fertilidade e a sabedoria

a vela: indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral.

o caldeirão: fazia parte da cultura - como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.

a vassoura: simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da eletricidade negativa. Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas.

as moedas: devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados.

os bilhetes com os pedidos, devem ser incinerados para que os pedidos sejam mais rapidamente atendidos, pois se elevarão através da fumaça.

a aranha - simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.

o morcego - simbolizam a clarividência, pois que vêem além das formas e das aparências, sem necessidades da visão ocular. Captam os campos magnéticos pela força da própria energia e sensibilidade.

o sapo - está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.

gato preto - símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Unirverso
Cores:

Laranja - cor da vitalidade e da energia que gera força. Os druidas acreditavam que nesta noite, passagem para o Ano Novo, espíritos de outros planos se aproximavam dos vivos para vampirizar a energia vital encontrada na cor laranja.

Preto - cor sacerdotal das vestes de muitos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes em geral. Cor do mestre.

Roxo - cor da magia ritualística.



Happy Halloween!!!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

PARE DE FAZER JUSTAMENTE O CONTRÁRIO











Você já reparou que quando a gente gosta muito de uma pessoa costuma usar um modo estranho de expressar os sentimentos? Parece que, de repente, a gente começa a falar a "língua do contrário". Creio que esta mania vem de uma crença alimentada há muito tempo: a de que devemos parecer ambíguos no amor, a fim de que o outro nunca se sinta seguro.





A regra é mais ou menos assim: não mostre o quanto gosta do outro senão ele vai abusar de seus sentimentos e brincar com seu coração.





Assim, morrendo de medo de nos machucarmos, vamos agindo e, especialmente, verbalizando o que desejamos e o que esperamos do outro através de colocações muitas vezes contraditórias. Supomos ainda que o outro deva saber ler nosso coração e satisfazer nossas expectativas sem que precisemos ser claros, transparentes.





Insistimos em acreditar que o jogo precisa ser mantido e, assim, de equívoco em equívoco, vamos minando nossa relação sem nunca dizermos exatamente o que estamos sentindo - sem ruídos, sem estratégias.





Mas será mesmo que é melhor fingir e economizar afeto? Será mesmo que não demonstrar mais amor é garantia de ser mais amado? Será que quanto menos o outro se sentir correspondido, mais vai gostar da gente? Isso tudo não lhe parece coisa de gente maluca? Não lhe parece demandar muito mais energia e causar muito mais desgaste?





É verdade que ao se expressar com fidelidade, falando sobre o que sente, do jeito que sente e na intensidade que sente significa se expor e correr o risco de não ser correspondido ou – pior! – de se ferir. Mas somente assim pode valer a pena porque somente assim terá sido verdadeiro.





De que adianta fazer como na música “Evidências”, de Roberta Miranda: “Quando digo que deixei de te amar, é porque eu te amo. Quando digo que não quero mais você, é porque eu te quero (...)”?!? Na música ainda há a confissão, mas em geral, o que vemos são pessoas usando expressões mais para agressivas do que para amorosas só para não evidenciarem o quanto estão apaixonadas e o quão intensamente desejam viver a relação.





Entregam-se pelo ego, como se disputassem quem vai conseguir esconder por mais tempo o que sente, como se esta fosse a grande vantagem do amor.





Talvez, como na música, justifiquem: “Eu tenho medo de te dar meu coração e confessar que eu estou em tuas mãos, mas não posso imaginar o que vai ser de mim se eu te perder um dia (...)”.





E fica a questão: será que não entregar o seu coração ao outro já não significa perder de fato? Ou melhor, já não significa nunca tê-lo tido de verdade? Afinal, o ganho no amor só acontece na troca, na reciprocidade.



Quando a entrega acontece pelo coração, a verdade prevalece: “Mas pra que viver fingindo se eu não posso enganar meu coração. Eu sei que te amo. Chega de mentiras, de negar o meu desejo, eu te quero mais que tudo, eu preciso do seu beijo (...)”





Esta é minha sugestão: pare de complicar e usar a “língua do contrário”! Saiba que se, por acaso, ela funcionar, é porque a relação não está madura, não há espaço para a confiança, o respeito e a liberdade de expressão sem que haja o risco de ser ferido deliberadamente.





Seja claro. Seja transparente. Seja todo coração... para que o amor possa ser, enfim, não um jogo, mas uma feliz e gostosa evidência!







Rosana Braga



A PEDRA...


O distraído nela tropeçou.
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês cansado da lida
dela fez assento.
Para meninos foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, David matou Golias e
Michelangelo extraiu-lhes
a mais bela escultura.
E em todos esses casos
a diferença não esteve na pedra
mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho
que você não possa aproveitá-la
para o seu próprio crescimento.
Cada instante que passa
é uma gota de vida
que nunca mais torna a cair
aproveite cada gota para evoluir.
Das oportunidades saiba tirar o melhor proveito
talvez não teremos outra chance.
( Antonio Carlos Vieira)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

CONCIENTIZAÇAO...........Prevenção do câncer de mama, o Cristo Redentor brilhou cor de rosa na noite de terça-feira (28)


 ESPERO QUE TODAS AS MULHERES , NAO SE LEMBREM DE FAZER O AUTO EXAME SO DE VEZ EM QDO, CUIDEM SE.......
Para chamar a atenção das mulheres sobre a prevenção do câncer de mama, o Cristo Redentor brilhou cor de rosa na noite de terça-feira (28). Somente este ano, 50 mil novos casos da doença devem ser registrados, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Visite o site do Bom Dia Rio

Veja o vídeo do Cristo iluminado

A campanha para incentivar o auto exame e a mamografia acontece em todo o país. Também na terça-feira, a Igreja da Penha, no subúrbio, recebeu iluminação especial com a cor rosa, oficial da causa.

Como outubro é o mês mundial de conscientização sobre o câncer de mama, a idéia é iluminar vários monumentos no Brasil.  BJUS DOCES E CARINHOSOS A TODAS VCS.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

SIMPLES ASSIM.......................

Simples Assim…




Autora: Anna Machiavelli



Ela disse que ia trazer seus próprios brinquedos, que eu não precisaria levar nada. Marcamos de nos encontrar em um local público, no centro da cidade, no ponto de ônibus, em frente à igreja. Curioso.



Ela demorou e como demorou. Eu me contorcia de ansiedade. Ela chegou e para o meu espanto não trazia nada nas mãos, não carregava nenhuma bolsa. Eu fiquei me perguntando em silêncio se ela teria desistido.



Ela vestia uma calça preta muita justa, botas de salto alto, espartilho com fitas vermelhas, um laço no pescoço e tinha os longos cabelos negros trançados em fitas rubras e negras. Eu a olhei petrificado e aflito. Ela me olhou seco e fez um sinal para que a seguisse. Eu a segui perplexo.



Ela andou até um motel ali perto, eu a segui submisso. Ela entrou no quarto, analisou-me por alguns instantes o sinal para que eu me despisse. Eu obedeci.



Era um quarto temático, imitava porcamente uma dungeon, ele tinha um carpete vermelho puta, algumas carrancas e um X na parede. Ela fez um sinal para eu caminhasse até o X, eu obedecia desgostoso, afinal ela tinha me prometido levar os acessórios.



É obvio que ela notou meu descontentamento, e eu senti minha face ser golpeada mais do que merecidamente. Ela não repetiu o sinal, apenas me lançou aquele olhar severo, e eu fui para o X.



Ela levou as mãos aos cabelos e começou a desfazer as tranças, soltando as fitas que o prendiam, seus belos cabelos negros agora caiam soltos pelas costas e lhe tocavam gentilmente as nádegas. Eu só notei que as cordinhas do cabelo eram bem mais resistentes do que eu tinha julgado quando ela começou a me prender com elas. Senti a pressão das cordas contra o meu corpo. Ela me amarrava com firmeza e precisão.



Eu entendi que como ela tinha levado as cordas, mas não resisti em perguntar. Quebrei o silêncio, aquela deveria ser minha primeira sessão de spank.



- Mas e o chicote?



Outro golpe bem aplicado. E mais uma vez merecido.



Ela levou a mão a cintura, soltou o cinto que estava preso na calça. Eu não o tinha notado até agora. Ela o dobrou e segurou as pontas nas duas mãos, e num movimento preciso o fez soltar um estalo ameaçador. Eu me encolhi. Ela me lançou um sorriso sádico.




Ela me golpeou como só ela sabia. Eu gemia a cada estalar do cinto. Ela alternava os movimentos e a força. Eu contava e me deliciava a cada golpe. No fim da sessão sentia meu corpo em frangalhos. Ela desatou as cordas e prendeu novamente os cabelos. Na minha carne ficaram as marcas daquela tarde, e em algum lugar dentro de mim ficou gravado o que significava submissão.