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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

OS DEZ PRINCÍPIOS DE UMA ESCRAVA {O}, SUBMISSA{O}














1. A escrava deve ter como objectivo máximo o bem-estar e a satisfação dos desejos e interesses do Dono, sejam de que natureza forem. Em caso algum a escrava colocará os seus interesses particulares à frente dos interesses do Dono, embora em muitas situações os interesses de ambos possam ser coincidentes.



2. A escrava deve ser para o seu Dono fonte inesgotável de prazer, alegria e descontracção. Deve por isso cultivar a sua própria boa-disposição, riqueza interior e serenidade. Deve procurar aprender e manter-se actualizada. Deve também cuidar de si de forma a ter a melhor aparência possível, e manter uma boa saúde física e mental.


3. A escrava deve ter para o seu Dono total disponibilidade física, mental e emocional. Deve arrumar a sua vida de maneira a poder responder de uma forma imediata e entusiasta a qualquer solicitação do Dono. Na Sua presença, tudo o resto é secundário, melhor ainda, esquecido. Na ausência do Dono, manterá uma postura irrepreensível, lembrando-se sempre a quem pertence.



4. A escrava deve seguir o seu Dono com devoção, onde quer que vá e o que quer que faça. Sempre ½ passo atrás, atenta e cúmplice.


5. A escrava deve empenhar-se em conhecer profundamente o Dono, os seus gostos e preferências. Saber o que Lhe agrada em cada momento e proporcionar-Lho. Deve também erradicar da sua vida qualquer factor de desagrado.



6. A escrava deve ser leve, delicada, feminina. Deve aprender a suavidade dos gestos, a humildade do olhar e saber comportar-se em todos os momentos com graça e sensualidade.


7. A escrava é também objecto de prazer sexual do Dono. Como tal, deverá estar sempre pronta a ser usada, em qualquer circunstância ou lugar, pelo Dono ou por quem este designar. Deve focar-se na satisfação dos prazeres do Dono como objectivo único. A sua própria satisfação, se a houver, será sempre opção do Dono e será sempre tomada como uma dádiva.



8. Como propriedade do Dono, a escrava deve esperar ser usada, abusada, esquecida, desejada, preterida, acarinhada, ignorada, escolhida, desprezada, sem que nada disso interfira na sua total entrega e dedicação ao Dono. Deve esperar ser castigada se o merecer, mas também se não o merecer ou compreender de imediato. E saber aceitar, oferecendo sem hesitação o seu corpo ao castigo.



9. A escrava deve ter tanto de reservada e discreta como de devassa, obscena, lasciva, ser um anjo e uma puta. E saber passar de um estado ao outro a um gesto ou olhar do Dono.


10. Por fim, a escrava deve ambicionar ser um prolongamento do Dono, mover-se ao Seu ritmo e ao Seu gosto, ser a Sua sombra e o Seu reflexo.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

AOS MEUS QUERIDOS AMIGOS.

Mundo virtual... Onde os banquinhos da praça são cadeiras na frente de um computador... Sem importância? Horas e horas sentados olhando uma telinha.


Aprendendo.. Sofrendo.. Rindo de histórias nunca imaginadas antes... Sentindo dentro do coração o coração de outro alguém q nem mesmo se sabe bem quem é... Um alguém super importante... Alguém q se importa com a gente... Que torce pra q tudo dê certo... Alguém q a gente espera q surja de repente, do nada, e q faz o coração bater forte qdo se escuta o toc.. toc...Da sua chegada como se uma porta se abrisse...Um cantinho q a gente torce p/ q dure muito tempo...Um lugar onde não existem promessas de amor, amizade para sempre...Não! A realidade é diferente, as pessoas mudam, a família modifica, alguns se ausentarão... Mas sempre teremos em nossas lembranças, momentos únicos, q passamos em frente a um computador... Inesquecíveis... Sem fronteiras... Sem barreiras... Pessoas lindas q aprendi a amar. Q seu dia seja de muita determinação, coragem e paz.

domingo, 8 de agosto de 2010

ESCOLHA DO DONO

Escolha do Dono








O objetivo principal deste texto é alertar as submissas, principalmente as iniciantes, tanto anseiam em servir, que esquecem cuidados básicos na escolha do Dom, e o que começa como uma fantasia uma brincadeira apenas podem acarretar prejuízos inimagináveis, tomando alguns cuidados pode se realizar de forma segura.



* Evitar fotos, elas ficarão em poder dele após o termino da relação



* Se fala mal das exs, provavelmente falará de você após o termino do relacionamento, não pense que ele foi ruim apenas com as outras, as distorções de caráter que se apresenta com uma pessoa apresenta com todas.



* Quem encoleira a sub virtualmente, demonstra claramente a falta de valor da sua coleira, encoleira qualquer uma, sem ao menos conhecer ou usar.



* Dominador q aceita tudo para ficar com a sub, deve rever sua posição, mesmo que a sub goste dessa condição.



* Nunca passe senhas a quem te domina, não misture sua vida pessoal com o SM, senhas que o Dom tem direito são apenas as do e-mail e Orkut, ou outras destinada apenas ao SM, nunca senhas de banco.

* Se tiver que ficar ligando de tempos em tempos, não faça.



* Se o dom não respeito o São, Seguro e Consensual, saia fora.



* Se não respeita família, trabalho, ele não te respeitará também.



* Se exige provas e mais provas de sua submissão, fique alerta, repete que tudo que faz ainda é pouco, que ele merece mais, atenção nosso medo de perder acaba aniquilando nossa razão.



* Saiba que as conversas que uma pessoa faz contigo são iguais com outras, você não é exclusiva.



Depois de escolhido o Dominador deve continuar com cuidados:



Um Dominador não deve explorar financeiramente a submissas, se quiser e achar que ele merece, só deve fazer depois da relação estiver amadurecida.



Evite até consolidar a coleira, principalmente nas primeiras sessões ir a casa do dom e preserve seu lar e sua intimidade, locais públicos nas primeiras sessões é um sinal de prudência.



Fotos, mesmo configurando contra o Dominador prova de agressão e de exposição indevida, pode causar transtornos as submissas e também devem ser evitadas



Marca definitiva, só deve ser cogitada, depois de não haver dúvidas na perenidade da relação.

Em caso de se resolver fazer sexo sem camisinha, o exame de HIV deve ser pedido.



Felizmente poucas relações SM que apresentam problemas como esses citados acima, mas todo cuidado é pouco. Lembre-se, se ele fez com outra poderá fazer o mesmo com você ...









MESTRE SPLINTER

INVERSAO

{RAFFA}_DN










INFORMATIVO..ESPERO QUE SEJE UTIL

BDSM




BDSM = BONDAGE / DISCIPLINA / SUBMISSSAO / MASOQUISMO



Bdsm é mais do que um fetiche, para muitos é uma filosofia de vida. É um mundo onde se pode ser você mesmo sem medo de ser reprimido pelo seu fetiche ou fantasia, porem tem gente que só leva parte delas na vida. Tem gente que o pratica só em sessões, e tem gente que leva a vida diária.



Dentro do bdsm tudo pode desde que siga três regras básicas: SSC. São seguro e consensual. Qualquer ação que se diga bdsm, mas que não tenha qualquer uma dessas três regras, não é bdsm. É violência doméstica! Por isso existe o safe Word ou palavra chave.



Um dominador geralmente também pratica o sadismo. Não só para castigar suas escravas submissas por alguma desobediência ou indisciplina (mantendo assim seu domínio e disciplinamento sobre elas), como também para seu puro prazer, sendo neste caso um dominador sádico.



Já o “mestre” é aquele que educa, ensina, orienta e mostra os caminhos do bdsm para a escrava. Ajuda-a evoluir, a se descobrir, a se desenvolver e se assumir dentro do vasto universo desta nossa fantasia. Com sua prática, experiência e coerência podem propiciar a ela a descoberta de suas tendências, de seus anseios, seus limites e suas preferências e características. É acima de tudo, um amigo, um parceiro e um guru.



Mentor é desde o início restrito ao objetivo de disseminar, discutir e aprimorar o pensamento e a cultura bdsm. Se daí surgir alguma "pupila" em especial por quem ele se interesse, ele passará então a ser mestre dela, não mentor “dela”. Desta forma, o mentor não estaria associado a uma relação direta com escravas, como o mestre, mas sim a uma relação com o meio bdsm como um todo.



Inclusive, complete-se que o mentor nem mesmo tem que ser obrigatoriamente um praticante ativo no bdsm, uma vez que se pode até classificar como mentores alguns (mas) escravos (as) quando eles, de alguma forma, criam, desenvolvem, aprimoram, discutem, ensinam e proliferam a cultura e o pensamento bdsm a outros praticantes, até mesmo ativos.



A escrava seria a submissa arredia, rebelde, desobediente e desafiadora a ser domada/vergada; e a submissa seria uma evolução da escrava, ou seja, uma escrava já treinada;



As disciplinas são bondage, spanking, podolatria, breathplay, shibari, crossdressing, pony girl, dogwoman, feminizarão, fisting, inversão, humilhação, scats, waxplay, içamento, consensual rape, infantilismo, agulhas, jogos sensoriais, golden shower, privação de sentidos, water bondage, entre outros…



Dominação



Base do bdsm, mais especificamente do d/s, que consiste na imposição, disciplinamento, adestramento e condução das atitudes da escrava, neste caso, a submissa.



Dominação psicológica



Prática de dominação que consiste em jogos de humilhação e subjugo verbal e psicológico, muitas vezes mediante disciplinamento rígido, humilhação, inferiorização ou jogos/palavras de forte impacto emocional. Também define a tentativa de coordenação, disciplinamento, adestramento e condução dos sentimentos e pensamentos da escrava.



Dominação pública



Prática de dominação que consiste em jogos e cenas em locais públicos.



Dominação virtual



Dominação feita através da internet, que consiste em narrar interativamente cenas bdsm ou mesmo impor castigos, regras, ordens e tarefas à distância.



Dominador



Que ou aquele que domina. É o praticante ativo no bdsm, mais destacadamente no d/s, caracterizado pela prática de comandar e subjugar escravas, podendo assim obter delas a obediência e a dedicação que almeja, além da entrega de seu corpo.



Um dominador geralmente também pratica o sadismo. Não só para castigar suas escravas submissas por alguma desobediência ou indisciplina (mantendo assim seu domínio e disciplinamento sobre elas), como também para seu puro prazer, sendo neste caso um dominador sádico.



Dono



Aquele que detém a propriedade de alguma coisa ou pessoa no bdsm; que seria também considerado para o escravo/a ou submisso/a o proprietário, senhor.



Baunilha (vanilla)



Diz-se daqueles que não tem ou não usam fetiches em sua relação. Seriam aquelas pessoas que se intitulariam “normais”.



O termo foi criado exatamente para se evitar a utilização de tal definição e também porque “baunilha” é o sabor mais básico de sorvetes (e também o mais insosso)



Também é utilizado para definir coisas: relação baunilha, atitude baunilha, pensamento baunilha, sexo baunilha, etc.



SSC (são, seguro e consensual.)



A importante tríade que separa o aceitável e o condenável no bdsm. Tudo que possa ser classificado como SSC é aceitável no bdsm, por mais que para alguns (ou nós mesmos) pareça um exagero ou absurdo. Da mesma forma, qualquer coisa que venha a ferir um dos elementos da tríade deve ser execrado e condenado, por mais que possa, a princípio, parecer um insignificante detalhe.



São



Sadio, higiênico, salutar, justo, íntegro, consciente, sóbrio, maduro.



Seguro



Prudente, comedido, cauteloso, responsável e respeitoso. Refere-se também à segurança física, psicológica e o respeito à vida pessoal, familiar e profissional da escrava (e, claro, também do dominador).



Consensual



Atividades ou comportamentos acordados e de conhecimento de todos os que estão envolvidos.



A consensualidade verdadeira exige que todos os participantes envolvidos em uma prática bdsm, sejam dominadores (as) ou submissos (as), tenham um mínimo de conhecimento do que vai ser feito e como vai ser feito, e tenham conhecimento dos possíveis riscos.



No Brasil, a consensualidade ainda é algo pouco difundido e menos ainda praticado em seu sentido mais profundo.



Não basta dizer, por exemplo, "vou te amarrar". Tem de existir tanto por parte do submisso como por parte do dominador o conhecimento de como fazê-lo, controlando os possíveis riscos e controlando todos os aspectos envolvidos.



Sejam técnicos, teóricos, práticos ou psicológicos.



O item controverso e mais discutido da tríade SSC. Existem várias interpretações e até mesmo contestações.



Prefiro me manter omisso no momento quanto à minha opinião, uma vez que minha definição e interpretação de consensual será tema de um próximo artigo, mais elucidado e completo que poucas linhas que possa aqui transcrever.



Switcher



Aquele que se agrada do bdsm tanto como dominador/sádico, quanto como escravo/masoquista, praticando-o em ambas as posições, seja com um mesmo parceiro, seja com parceiros diferentes.



TODOS OS MERITOS......http://cid-d649a0bfc4a14355.spaces.live.com/default.aspx?lc=1046&sa=447021933

BRINQUEDINHOS................










Escravo Lindo e Obediente






continuaçao..............SHIBARI































 














 
Antes de iniciar qualquer uma dessas chamadas amarras, você terá que iniciá-lo com um nó chamado ‘Volta da Ribeira‘, para então realiza-las.




Amarra Quadrada: É usada para unir (teoricamente) dois troncos em ângulo reto. Quando achar uma figura melhor eu substituo.





Amarra Paralela: Serve para unir duas varas colocadas paralelamente. Pode ser usada para apoiar ou até sustentar o outro bambu.





Amarra Diagonal: Serve para unir varas de ângulo agudo.





Amarra de Tripé: Seriam duas amarras parelelas. Útil para fazer um tripé de sustentação.