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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

SIMPLES ASSIM.......................

Simples Assim…




Autora: Anna Machiavelli



Ela disse que ia trazer seus próprios brinquedos, que eu não precisaria levar nada. Marcamos de nos encontrar em um local público, no centro da cidade, no ponto de ônibus, em frente à igreja. Curioso.



Ela demorou e como demorou. Eu me contorcia de ansiedade. Ela chegou e para o meu espanto não trazia nada nas mãos, não carregava nenhuma bolsa. Eu fiquei me perguntando em silêncio se ela teria desistido.



Ela vestia uma calça preta muita justa, botas de salto alto, espartilho com fitas vermelhas, um laço no pescoço e tinha os longos cabelos negros trançados em fitas rubras e negras. Eu a olhei petrificado e aflito. Ela me olhou seco e fez um sinal para que a seguisse. Eu a segui perplexo.



Ela andou até um motel ali perto, eu a segui submisso. Ela entrou no quarto, analisou-me por alguns instantes o sinal para que eu me despisse. Eu obedeci.



Era um quarto temático, imitava porcamente uma dungeon, ele tinha um carpete vermelho puta, algumas carrancas e um X na parede. Ela fez um sinal para eu caminhasse até o X, eu obedecia desgostoso, afinal ela tinha me prometido levar os acessórios.



É obvio que ela notou meu descontentamento, e eu senti minha face ser golpeada mais do que merecidamente. Ela não repetiu o sinal, apenas me lançou aquele olhar severo, e eu fui para o X.



Ela levou as mãos aos cabelos e começou a desfazer as tranças, soltando as fitas que o prendiam, seus belos cabelos negros agora caiam soltos pelas costas e lhe tocavam gentilmente as nádegas. Eu só notei que as cordinhas do cabelo eram bem mais resistentes do que eu tinha julgado quando ela começou a me prender com elas. Senti a pressão das cordas contra o meu corpo. Ela me amarrava com firmeza e precisão.



Eu entendi que como ela tinha levado as cordas, mas não resisti em perguntar. Quebrei o silêncio, aquela deveria ser minha primeira sessão de spank.



- Mas e o chicote?



Outro golpe bem aplicado. E mais uma vez merecido.



Ela levou a mão a cintura, soltou o cinto que estava preso na calça. Eu não o tinha notado até agora. Ela o dobrou e segurou as pontas nas duas mãos, e num movimento preciso o fez soltar um estalo ameaçador. Eu me encolhi. Ela me lançou um sorriso sádico.




Ela me golpeou como só ela sabia. Eu gemia a cada estalar do cinto. Ela alternava os movimentos e a força. Eu contava e me deliciava a cada golpe. No fim da sessão sentia meu corpo em frangalhos. Ela desatou as cordas e prendeu novamente os cabelos. Na minha carne ficaram as marcas daquela tarde, e em algum lugar dentro de mim ficou gravado o que significava submissão.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

UM CONTO ESPECIAL.........DE UMA PESSOA ESPECIAL.

ANTES DE QQR COISA QUERO DIZER ESSE CONTO GANHEI DE PRESENTE DE UMA AMIGA MUITO QUERIDA ,QUE ME DEIXOU POSTAR AQUI, E É PRESENTE PARA VCS LEITORES DO MEU BLOG, ,,,,,,,,,,,,,,LOGO VIRAO MAIS.
BJUS A TODOS

Eu Adoro Agradar Meus Bichinhos




Autora: Anna



Plagiando meu irmãozinho (Cerise): ”Eu adoro agradar bichinhos”. Conto inspirado na fantasia d0 Sub Marcelo.



Cenário escolhido: Uma casa na praia, um deck ao luar, uma noite agradavelmente fria.



Botas de couro de até a altura dos joelhos e um magnífico salto quinze, sustentam toda a imponência de uma soberana Domme de cabelos ruivos como o fogo e um olhar perverso como o diabo.



Aos seus pés, lambendo-lhe a sola da bota uma jovem loira de ancas largas e seios fartos. De quatro. Encoleirada. “Loiras de quatro em uma coleira sempre me lembram poodles pedindo atenção” me apaixonei por esta frase desda primeira vez que ouvi, e a imagem de uma cadela submissa rastejando e implorando por uma gota de atenção é tudo o que eu preciso agora.




Noite fria, como a gélida corrente que contorna todo o corpo da jovem, formando um belo corpete de metal, ela se contorce aos pés de sua Dona enquanto recebe doces afagos do chicote que lhe corta a carne.



Noutro canto, ajoelhado e ainda vestido, assiste faminto um homem de meia idade, cabelos levemente prateados e barba por fazer. Seu corpo arde por antecipação, afinal passou tanto tempo proibido de participar de qualquer tipo de sessão, resguardando-se para esta noite. E agora assiste aflito aos “agrados” que poderiam estar sendo dirigidos a ele. Mas como bom cãozinho que é, ele aguarda. Obediente.



A Senhora não parece ter pressa alguma, pega uma larga vela de cera vermelha, faz sua cadelinha se deitar no chão, derrama suavemente a cera liquida e quente, deixando que aos poucos se forme sua inicial, gravada na pele e nos elos da corrente que a envolve, deixando uma imagem digna de uma pintura.



O olhar dela se volta para o sub, ainda inerte como uma estátua a espera de sua atenção. Sob um breve sinal ele se levanta e começa a se despir devagar, revelando seu corpo coberto de pêlos como o de um urso. Um sorriso se satisfação desliza pelos lábios dela.



Encostado em uma pilastra o ursinho observa seu corpo ser coberto de cera fria, a Senhora desliza a cera no seu peito e braços, enquanto a submissa desliza pelas pernas. E as duas começam, sem aviso prévio, cada uma no seu ritmo, a arrancar todos os pelos do corpo dele. Deixando a virilha para o final, parte com que a Senhora demonstra um prazer ainda maior em depilar, devagar, aproveitando cada respiração contida de dor.



- Então vamos transformar isso, numa bela putinha. – A Senhora faz sinal para que seus bichinhos se aproximem, e vai apontando peça a peça que o ursinho tosado deve ir colocando. Meias arrastão sete oitavos, cinta, fio dental de renda vermelha, presilhas nos mamilos, gargantinha de renda, batom vermelho e um belo salto alto.




Sob o comando de sua senhora as duas iam aprendendo a se portar como verdadeiras putinhas que eram. Sentar. Cruzar as pernas. Diversas funções e pequenas tarefas ao seu bel prazer. Até elas fazerem um passeio juntinhas, com um plug enfiado em cada uma, ligadas por uma cordinha para não separarem.



Ao terminar o passeio, a Senhora já as aguardava. Elas a despiram de joelhos, aproveitando cada peça a ser despida para tocar na pele de sua Senhora, deixando apenas as imponentes botas de couro. E ajoelhadas começaram a se revezar a lamber e chupar o strapon preso a cintura dela, a essa altura as pernas da cadelinha poodle já estavam completamente ensopadas. As putinhas lambiam, gemiam baixinho, as línguas se encontravam e se misturavam, enquanto olhavam respeitosamente para sua senhora, esperando suas ordens.



Até finalmente receberem o tão esperado gesto, colocaram-se de quatro e uma preparou o cuzinho da outra para ser penetrado, pararam uma do lado da outra, se beijaram e se tocaram e eram alternadamente penetradas. Elas se contorciam enquanto sua Senhora fodia seus buraquinhos, até o gozo a putinha ursinha não mais se conter e escorrer para o chão.



A senhora parou, sentou-se e olhou para as cadelinhas com um ar autoritário. Nenhuma palavra foi dita e nem era necessário. As duas se puseram a lamber toda a bagunça satisfeitas e agradecidas.









Autora: Anna Machiavelli