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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

UM CONTO ESPECIAL.........DE UMA PESSOA ESPECIAL.

ANTES DE QQR COISA QUERO DIZER ESSE CONTO GANHEI DE PRESENTE DE UMA AMIGA MUITO QUERIDA ,QUE ME DEIXOU POSTAR AQUI, E É PRESENTE PARA VCS LEITORES DO MEU BLOG, ,,,,,,,,,,,,,,LOGO VIRAO MAIS.
BJUS A TODOS

Eu Adoro Agradar Meus Bichinhos




Autora: Anna



Plagiando meu irmãozinho (Cerise): ”Eu adoro agradar bichinhos”. Conto inspirado na fantasia d0 Sub Marcelo.



Cenário escolhido: Uma casa na praia, um deck ao luar, uma noite agradavelmente fria.



Botas de couro de até a altura dos joelhos e um magnífico salto quinze, sustentam toda a imponência de uma soberana Domme de cabelos ruivos como o fogo e um olhar perverso como o diabo.



Aos seus pés, lambendo-lhe a sola da bota uma jovem loira de ancas largas e seios fartos. De quatro. Encoleirada. “Loiras de quatro em uma coleira sempre me lembram poodles pedindo atenção” me apaixonei por esta frase desda primeira vez que ouvi, e a imagem de uma cadela submissa rastejando e implorando por uma gota de atenção é tudo o que eu preciso agora.




Noite fria, como a gélida corrente que contorna todo o corpo da jovem, formando um belo corpete de metal, ela se contorce aos pés de sua Dona enquanto recebe doces afagos do chicote que lhe corta a carne.



Noutro canto, ajoelhado e ainda vestido, assiste faminto um homem de meia idade, cabelos levemente prateados e barba por fazer. Seu corpo arde por antecipação, afinal passou tanto tempo proibido de participar de qualquer tipo de sessão, resguardando-se para esta noite. E agora assiste aflito aos “agrados” que poderiam estar sendo dirigidos a ele. Mas como bom cãozinho que é, ele aguarda. Obediente.



A Senhora não parece ter pressa alguma, pega uma larga vela de cera vermelha, faz sua cadelinha se deitar no chão, derrama suavemente a cera liquida e quente, deixando que aos poucos se forme sua inicial, gravada na pele e nos elos da corrente que a envolve, deixando uma imagem digna de uma pintura.



O olhar dela se volta para o sub, ainda inerte como uma estátua a espera de sua atenção. Sob um breve sinal ele se levanta e começa a se despir devagar, revelando seu corpo coberto de pêlos como o de um urso. Um sorriso se satisfação desliza pelos lábios dela.



Encostado em uma pilastra o ursinho observa seu corpo ser coberto de cera fria, a Senhora desliza a cera no seu peito e braços, enquanto a submissa desliza pelas pernas. E as duas começam, sem aviso prévio, cada uma no seu ritmo, a arrancar todos os pelos do corpo dele. Deixando a virilha para o final, parte com que a Senhora demonstra um prazer ainda maior em depilar, devagar, aproveitando cada respiração contida de dor.



- Então vamos transformar isso, numa bela putinha. – A Senhora faz sinal para que seus bichinhos se aproximem, e vai apontando peça a peça que o ursinho tosado deve ir colocando. Meias arrastão sete oitavos, cinta, fio dental de renda vermelha, presilhas nos mamilos, gargantinha de renda, batom vermelho e um belo salto alto.




Sob o comando de sua senhora as duas iam aprendendo a se portar como verdadeiras putinhas que eram. Sentar. Cruzar as pernas. Diversas funções e pequenas tarefas ao seu bel prazer. Até elas fazerem um passeio juntinhas, com um plug enfiado em cada uma, ligadas por uma cordinha para não separarem.



Ao terminar o passeio, a Senhora já as aguardava. Elas a despiram de joelhos, aproveitando cada peça a ser despida para tocar na pele de sua Senhora, deixando apenas as imponentes botas de couro. E ajoelhadas começaram a se revezar a lamber e chupar o strapon preso a cintura dela, a essa altura as pernas da cadelinha poodle já estavam completamente ensopadas. As putinhas lambiam, gemiam baixinho, as línguas se encontravam e se misturavam, enquanto olhavam respeitosamente para sua senhora, esperando suas ordens.



Até finalmente receberem o tão esperado gesto, colocaram-se de quatro e uma preparou o cuzinho da outra para ser penetrado, pararam uma do lado da outra, se beijaram e se tocaram e eram alternadamente penetradas. Elas se contorciam enquanto sua Senhora fodia seus buraquinhos, até o gozo a putinha ursinha não mais se conter e escorrer para o chão.



A senhora parou, sentou-se e olhou para as cadelinhas com um ar autoritário. Nenhuma palavra foi dita e nem era necessário. As duas se puseram a lamber toda a bagunça satisfeitas e agradecidas.









Autora: Anna Machiavelli

2 comentários:

  1. Realmente um presente esse conto Senhora. Maravilhoso, como todo o seu blog, amei.


    Beijos e carinho

    {aninha}_WOLFMAN

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  2. Bom dia Senhora,
    Muito me alegra que tenha gostado de meus contos. Adorei a formatação com as fotos que fez.
    Parabéns pelo blog.

    Bjos

    Anna

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